segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"O BEIJO"


O beijo foi banido pela igreja  sob a escuridão da Idade Média,em que o ideal católico de mundo era uma grande monotonia,iluminada pela fogueira da Inquisição,para onde eram destinados os pecadores,as bruxas,os pagãos e centenas de boas ideias:como o beijo na boca.Mas a sabedoria feminina resgatou essa prática.
Os jornalistas Bernardo Pellegrini e Maria Angélica Abramo contam,em seu livro Almanaque do Amor (Ed Imaginária),que o beijo na boca foi trazido de volta ao Ocidente durante a Renascença.Na velha Grécia,o beijo era tido como a dança das bocas, que precedia a entrega amorosa.Os romanos levaram a sério a antiga delícia.Até hoje o beijo na boca é tido como marca registrada do amor,à italiana,um jeito ardente,extrovertido e - dizem - incansável de seduzir e se entregar.Talvez,o primeiro segredo esteja aí,na ponta da língua que,como garantem os pesquisadores do Almanaque do Amor,é "a mais sensível região do organismo humano,capaz de captar nuances dos mais íntimos poros,de revelar os mais inéditos sabores do amor.Nenhum outro gesto expressa,como ele,a intimidade de um par.
(Li por causa de uma pergunta feita por um adolescente:"Como surgiu o beijo")
Livro:O Dossiê do Beijo (448 Formas de Beijar)/Catedral das Letras - Pedro Carneiro

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